sábado, setembro 09, 2006

Freddie Mercury

5/9/1946-5/9/2006
Infelizmente, muita gente tende a celebrar desgraças como os 250 anos do terramoto de 1755, os 5 anos do 11 de Setembro, entre outras coisas que acho ridículo "celebrar". O que tento celebrar aqui, hoje, não é uma desgraça. Pelo contrário. Foi o dia em que a música ficou mais rica e em que tudo mudou. Existem muitos grupos musicais que ficam na memória de muita gente. Mas, creio que só existem dois deles míticos e eternamente imortalizados e destacados de qualquer outro: os Beatles e os Queen.
Sobre os Queen, é esta a homenagem que aqui quero fazer: o dia em que nasceu aquele que para mim é o melhor cantor de todos os tempos. Ele é Freddie Mercury. Não há nenhum como ele, nunca houve, nem nunca haverá. É impossível bater um mito destes. Que presença em palco! Que voz! Que espectáculo! Idolatro este tipo, que marcou e ainda hoje marca gerações. Ninguém jamais conseguirá ser mais carismático e mítico. Cantava de tudo e fazia da música uma verdadeira festa.
Infelizmente, a SIDA decidiu tirá-lo do nosso meio muito mais cedo do que devia. "Only good die young", e Freddie Mercury era "really, really good". O que seria do seu reportório musical e como maior seria o nosso privilégio em ter ainda mais músicas dele no dia de hoje? Completaria hoje 60 anos de idade...

17 comentários:

L disse...

Oh caneco, a memória é uma coisa lixada. Parece que não te lembras que o rapaz era Gay, porque não existem referências às inclinações duvidosas do marmanjo no post. Sim, Gay, e mesmo muito Gay. Ainda tentou viver com uma Mulher, mas era tão Gay que nem por causa das aparências conseguiu manter o arranjo. O nome da banda vinha da alcunha dele, "Old Queen" (Bicha Velha). No "Friends Will Be Friends" ele refere-se a um amante dele, no masculino. Ou seja, ele era Gay. Gay GAY GAY GAY GAY GAY, ipiiii!

O que nada influencia a opinião sobre ele de uma pessoa civilizada, instruida e tolerante. Mas, tendo em conta como o autor deste elogio à Bicha Velha é um fascizoide homofobico, ... salta-me uma palavra à cabeça. Incoerência. Vá lá, ele era rabeta. Era um reles fanchono. Um roto. Um furado. Era tao ignorante que não sabia qual a função nativa e natural de certa parte da sua anatomia. Logo, era automaticamente um Ser Humano reles, doente mental, e com desiquilíbrios hormonais e outros que tais. Nada do que venha de uma destas pessoas pode ser apreciado. Se Bach fosse Gay, pumba, concertos de Brandenburgo para a lixeira. Se Einstein pegasse de empurrão, pumba, a Relatividade não passaria de um rodapé nos livros de ciência. Nós, os rabetas Gays, as rabetas Lésbicas, @s rabetas Bisexuais, e @s rabetas Transexuais, por muito que nos esforcemos, por muito que consigamos, apesar de podermos até ser o próprio sucesso, em vez de estarmos talhados simplesmente para ele, como este marmanjão aqui, não podemos ser entranhados, temos de ser é estranhados, ne c'est pas? Uma aberração destas merece que um excelso e jovem doutor de direito de 25 anos licenciado pela FDUL o elogie no seu blog? Bahhh...

Vá, insulte-o, sr. Guerreiro. Faça pouco dele. Eu sei que você quer. Ou, no mínimo, deite os CDs do rabeta ao lixo, junto com aquele poster que tem no quarto com ele num leotard a exibir o pleno fulgor do seu capilarizado tórax. Ou ainda alguém lhe diz que você, à conta de ouvir e gostar de rabetas, também tem um rabeta dentro de si (ups, desculpe lá a chalaça).

DJ disse...

Freddie Mercury era uma rara excepção. Era um artista. Não era uma pessoa. Era um extra-terrestre! Era um mito. Não ousem comparar essa impestação de bichas, homossexuais e transexuais com um ser de "outro planeta" como era o Freddie Mercury. Não há comparação possível, ok?

Raquel disse...

Credo.. sem qualquer tipo de comentário.. essas palavras vindas de uma pessoa dita culta, soam a momento repentino de pouca lucidez.

Anabela S. Dantas disse...

Vê-se bem que tens uma clara síndrome dos advogados! Só vale a pena defender se tiver dinheiro e/ou fama.
A "impestação de bichas, homossexuais e transexuais" devem os que não se podem defender.
Mas dá-me um certo gozo pensar que até escreves estas coisas ao som de Queen...

DJ disse...

Cara Raquel,
as minhas palavras sobre o Freddie Mercury não foram em tom pejorativo. Pelo contrário. E quis evidenciar a diferença entre bichas, homossexuais e transexuais. Sim, existem diferenças. Já tive oportunidade de me pronunciar sobre a homossexualidade. Ainda assim, pessoas com esse tipo de problemas, não estão impedidas ou limitadas para a criação de obras de arte como qualquer ser humano que seja.

Cara Anabela,
por acaso oiço Queen vezes e vezes sem conta. Pode parecer incoerente, mas não é! Freddie Mercury era visto não como um "homem", ou como um "homossexual". Freddie Mercury era e é um mito. Não há palavras para o descrever. Era completamente sobrehumano. Esse teu juízo de defender pessoas ricas e/ou famosas não é verdade. Não há dinheiro, nem fama que comprem a dignidade humana. Veja-se o Elton John, o George Michael, entre muitos outros. Estou disponível para defender todo aquele que necessite do meu apoio e que realmente eu saiba que merece ser defendido. Sou capaz de defender um homossexual como outra pessoa qualquer. Apenas não me chamem para defender a validade de casamentos homossexuais, adopções, etc. Tirando isso, defendo qualquer pessoa que seja.

Anabela S. Dantas disse...

Ah bom!
Mas se é assim abordas-te o tema de uma lado completamente errado! Porque sim, escreves que a ideia de homossexualidade te metia nojo... ou notarei eu uma mudança de discurso?
Especificidade, meu caro!

DJ disse...

Realmente a homossexualidade faz-me bolsar. No entanto, toda a regra tem uma excepção. O que me faz mesmo, mesmo, mesmo bolsar é a transexualidade e o ser-se "bicha". A homossexualidade disfarçada, sem ninguém dar conta, até deixo passar...

postquesequer disse...

Lol...
Então e o Mário Viegas, o António Variações o Ney Matogrosso, etc etc, eram ou são bichas loucas ou ''deixas passar''?

LM

Anabela S. Dantas disse...

Subscrevo!

DJ disse...

O Mário Viegas era um génio. O António Variações era uma estrela. O Ney Matogrosso é um artista. Ninguém lhes tira o excesso de homossexualidade. São raras excepções.

postquesequer disse...

E o Fernando Pessoa e o Mário Sá Carneiro e o Vítor de Sousa e Eládio Clímaco (bolas, não me podia esquecer do grande Eládio!)...
Eu cá acho que são mais as excepções do que a regra.
É um bocado como as normas jurídicas, a dada altura são tantas as excepções que é a própria regra que só encontra aplicação resídual...

LM

Raquel disse...

Esta a dar-me uma enorme vontade de rir, ao ler tanta, mas tolice. Nao vou espicaçar-te, porque continuo incrédula com a tua maneira de pensar sobre o assunto. Creio que criaste esse pensamento somente pela polémica e controvérsia que gera. Não me acredita que possas mesmo achar ouro no que escreves-te sobre os artistas homossexuais.

Anabela S. Dantas disse...

I rest my case!

DJ disse...

Desculpem lá mas... é-me permitido ser contra a homossexualidade, da mesma forma que vos é permitido ser a favor dela, ou não se importarem com a sua existência? Não recuso o génio humano que possa existir em muitos homossexuais, mas sou contra a sua tendência sexual. Ponto final. E, sim, tem cura! Ou, no mínimo, tratamento (muitos casos, não todos).

Raquel disse...

Fui alertada para alguns erros que dei num dos meus comentários. Lavo aqui a minha honra dizendo: "Tss tss, maltinha de Letras.. mania que escrevem depressa e bem!"
Dj, é útil e agradável ler diversos pontos de vista sobre temas curiosos, como é o caso. Continua, senao fossem pessoas como tu, o mundo seria deveras monótono. Deixo-te uma ideia: há uma rádio (infelizmente não me lembro o nome agora), que tem um programa chamado "O meu blog dava um programa de rádio". Porque não tentares a tua sorte? Tenho a certeza que as orelhas nacionais se iriam "arrebitar" com toda a opinião DJriana.

DJ disse...

Raquel, obrigado pela dica. Espero que seja a rádio a descobrir-me a mim. É melhor...

Luís disse...

"A homossexualidade disfarçada, sem ninguém dar conta, até deixo passar..."

Não tenho dúvidas disso.