sexta-feira, março 31, 2006

As 4 finais...

Pois é, caros amigos! Eu e alguns colegas estamos a 4 finais de terminar o curso. No meu caso Trabalho, DIP, Penal II e Ambiente. A vida na FDL começa a tornar-se cansativa... e falta qualquer coisa. Quem sabe um dia mais tarde lá volte. Estou confiante que todos vamos superar as finais respectivas (alguns têm 5, ou 6 finais... conforme os casos), e que um dia todos nos vamos cruzar, seja de que forma for. Mais não seja... cruzarmos-nos na rua! Torçam por nós! Só depende de nós neste momento.
Felicidades a todos... e... só faltam 5 dias para o Brasil!

quinta-feira, março 30, 2006

As relações entre as pessoas na FDL...

Nem sempre é possível criar uma empatia entre todos num determinado meio. Não se pode agradar a gregos e troianos, e já dizia a passagem "Não podemos servir a dois senhores ao mesmo tempo". Logo, com a nossa forma de ser, acabamos por desagradar a alguém e, por consequência, por vezes as pessoas também acabam por nos desagradar.
Por vezes caímos no goto de certas pessoas, e as pessoas no nosso. Isto pode ser derivado de um conjunto de coisas: ora de um dia mau, quer de um lado, quer do outro; ora de um mal entendido qualquer, sem nexo, mas que uma das partes entende mal, e depois acaba por fazer algo que desagrada à outra pessoa; enfim. Pode ser também por vontade própria. Mas isso seria acreditar na má fé das pessoas. E não acredito que existam assim tantas pessoas que, gratuitamente, construam ódios sobre outros. Acredito que podem acontecer mal entendidos. Depende, posteriormente, da forma como as pessoas lidem com isso. Se não se conversar, as coisas podem piorar e deteriorar-se. Às vezes a outra parte que não se expressou bem, depois não se sabe expressar nos melhores termos e acaba por dar tudo numa enorme confusão.
Creio que só assim se podem explicar relações que resultam num misto de brutalidade, falta de educação, frieza, e outro tipo de coisas menos boas. E só assim também se pode explicar, por exemplo, a relação nada saudável que tenho com a Florbela, ou por exemplo a do Delfim com a Sónia Viana. Creio que tanto uma, como a outra, surgiram por mal entendidos. Qual a parte culposa, não interessa agora ao caso averiguar. Não porque não dê jeito, porque se calhar até daria passar a batata quente ao outro lado, mas porque não é descobrindo culpados, que se resolvem as coisas. É, sim, tentando dialogar, e tentando esquecer as coisas que se passaram, que tudo se ultrapassa. Posso ter errado 20 vezes, e ela 19, ou 1. Se calhar aquela 1 que ela errou foi fatal para que eu dali fizesse as minhas, ou se calhar errei primeiro, não dei conta, e depois errou ela. A mesma coisa relativamente à outra situação. À do Delfim. Por causa de algo que a Sónia Viana não ouviu, pegou logo nele, mas aos poucos têm sabido dar a volta por cima.
O problema é quando os feitios se chocam. Não facilita. Sei que o meu é um pouco chatinho, mas se há coisa que não sou é mal educado, ou arrogante. Ainda que possa parecer (ser arrogante, claro). Torno-me mal educado e violento, quando me fazem algo que me faça sentir ofendido. Não estou com isto a tentar justificar-me. Mas, já pensaram que se calhar, por causa de algo que nem dei conta, acabei por ofender alguém, e essa pessoa em vez de conversar, retaliou? E a partir daí se gera o ciclo vicioso!
É chato e triste tudo isto, sobretudo quando sabemos que, quer do nosso lado, quer do outro, ninguém embica com ninguém por apetecer. E ficamos a pensar "porquê", e ficamos sem resposta. Era bom que este tipo de coisas passasse. Seria, sem dúvida, bastante positivo. Não só a nível profissional como pessoal, acho que toda a gente se sentirá um pouco melhor. Detesto estar mal com as pessoas e sentir que alguém está mal comigo. Neste tipo de coisas, não há vítimas. Há alguém culpado, que sem dar conta pratica algo, e posteriormente surge o "ofendido" que passa a retaliar. Custa-me ir às aulas de DIP, porque nunca sei quando vou levar com alguém a fazer-me uma cara altamente séria e que por vezes responde de uma forma, como que se tivesse vontade de dizer "lá vem este gajo", e saber que esse tipo de coisas tiveram a sua origem num mal entendido. A matéria também não facilita. E se calhar acabei por formar um conceito sobre a pessoa um pouco errado. Como por vezes a mesma responde de forma brusca e pouco simpática, também não ajuda muito. São os tais feitios! Mas isto poderia ser melhor. Bastava ver, um dia que fosse, em vez de uma cara com vontade de me fazer a folha, um rosto minimamente simpático, e se não for pedir muito... um esboço de um sorriso! A simpatia ainda funciona, e é o melhor remédio para curar todos os males.
Volto a dizer... é triste! É chato... mas quanto a pazes e quanto a tudo o resto, já dizia a minha avózinha "quando um não quer, dois não fazem". Sobre este tipo de situação, só posso contar a minha versão, porque nem tenho coragem de falar com a parte contrária. Tentei uma vez e deu mau resultado. Não tento uma 2ª. Mas... bastava uma alteração de atitude. Estou a acabar o curso. Espero bem em Junho por-me a andar da FDL, e esta não é a maneira mais saudável, nem positiva, de acabar o curso. Fico na esperança de, até ao fim do ano, ficar com uma ideia mais positiva da Florbela enquanto pessoa. Como professora, há matérias que explica bem e passa a mensagem, e há outras que não a passa lá muito bem. São falhas. E que associadas à experiência "pessoal" agravam um pouco mais tudo isto. O reparo que lhe fiz, apelidando-a de ser "fraquinha, muito fraquinha", foi mais num momento de desespero por não perceber patavina do que ela dizia para lá, e por ter tido, mais um mau dia com ela. Tem coisas boas como assistente, mas também tem coisas muito más. Como pessoa, actualmente, a informação não é a melhor, mas... para terminar... quiçá ainda saio da FDL com um sorriso dali. Não custava nada... e podia melhorar tudo!

Faltam 6 dias...



Brasilllllllllll

A Rainha do Direito do Ambiente

É a Rainha do Direito do Ambiente, porque:
1º domina Ambiente como o Ronaldinho domina a bola;
2º veste a camisola;
3º porque tem anos de experiência de Ambiente;
4º porque ir às aulas dela é um privilégio, um luxo, e mais um bocadinho devia dar curriculum para nós, alunos;
5º porque ouvi-la falar de Ambiente e até de outras coisas, é um prazer;
6º porque espalha uma simpatia e é de uma acessibilidade enormes.
De pessoas assim, só se pode falar bem! E ai de quem se atreva a contrariar isto que aqui falei.

quarta-feira, março 29, 2006

Está quase.... 7 dias para o BRASIL!

Faltam

não sei quantos dias (penso que 7) para o Brasil.
Espero, sinceramente, que se divirtam muitissimo.
Com muita pena minha não vou poder acompanhar-vos nessa sagrada demanda mas sugiro aqueles que estão a trabalhar a sério que aproveitem para descansansar, para aqueles que vivem despeitados e frustrados que arranjem uma menina que lhes cure a dita maleita e para os demais sugiro bebedeiras e felicidades!

terça-feira, março 28, 2006

Recordando as aulas do 1º Ano de Ciência Política e Direito Constitucional I

" Os fins justificam os meios."

Nicolau Maquiavel em "o Príncipe"

sábado, março 25, 2006

Venusmonti - Tuna Académica da FDL

A minha (versão da) história

Mesmo antes de entrar na FDL ou na vida académica, já assistia com entusiasmo às actuações das tunas académicas e era um sonho pessoal um dia, quando viesse a entrar no ensino superior, ser membro de uma tuna. Assim que entrei na FDL, por volta de Fevereiro, enchi-me de coragem e fui à sala da tuna da FDL- a Venusmonti- e lá iniciei a minha aventura na vida das tunas, que se prolongou até ao ínicio do 4º ano.

Creio que só quem passou pela tuna, sabe o que significa o espírito académico, já que é muito difícil em Lisboa ter uma convivência académica como se tem em Coimbra, em que o companheirismo, a amizade, a loucura, as noites longas de paródia total são um marco na vida de um estudante.

Serão inesquecíveis os momentos fantásticos que passei nas actuações de Coimbra, em 2002, na Queiam das Fitas. No Festival da Católica, em 2003, onde dominámos o festival todo com a nossa loucura, e onde houve a maior caça ao "recuerdo" de sempre. O Festival Saloio de Tunas, em 2004, onde mais uma vez fomos os reis do Festival, com a célebre actuação com a Tuna da 3ª Idade de Loures e com o episódio "Fernanda do Diamante", além do Presidente da Câmara de Loures ter sido obrigado a ouvir-nos 30 minutos por termos perdido o festival. Lembro-me ainda da actuação em Cuba do Alentejo, onde conhece-mos o Sr. Chico Baião (Mocidade, Mocidadeeeee...), entre muitos outros grandes momentos que eu nunca irei esquecer.

Mas como é obvio, também no seio da Venusmonti houve lutas de poder, que no final acabaram com a própria tuna. Desde que entrei, até 2003, quem mandava na tuna eram os mais veteranos, que estavam em minoria de elementos. Em 2004, com a passagem ao poder dos elementos mais novos, devido a uma luta interna que surgiu antes do Festival Saloio de Tunas.

Para mal da FDL e dos elementos que adoravam a tuna, em Novembro de 2004, o Cosnelho de Veteranos da Venusmonti resolveu expulsar 80% dos membros, todos eles elementos não ligados à facção que tinha perdido as rédeas do poder em Fevereiro de 2004. E assim acabou a Tuna, nunca mais houve actuações, não existem novos elementos. o Fim.

Deixo aqui um enorme abraço de amizade aos meus amigos e companheiros de viagem de 3 anos de Venusmonti: Rikita, Sampaio, Garcia, Cyprien, Violento, Tropa, Sandes, Eurico, Michel, Falha, Sanita, Repórter, Cubano, Abdul. Se me esqueci de algum , peço desculpa.

Nunca me irei esquecer:

VENUSMONTI, CONA CHATUNS, CARALHUS GROSSUS ET PINTELHUDUS!!!

P.S. Quem quiser saber mais sobre a tuna visite aqui.

Venusmonti - O Hino

Sei que enquanto viver
Nunca esta sede há de morrer
Sede de tempo para ser
E a cada instante poder ter
A capa negra ao luar
Rasgada de tanto amar
A ilusão no olhar
De para sempre cantar

Esta paixão que nos faz trovar
Em cada instante do meu palpitar
Esquecendo o tempo que nos faz sofrer
De capa traçada canto até morrer.

A academia é vivida a cantar
E o nosso curso sem nunca acabar
Mas pela tuna vivemos assim
A Venusmonti canta até ao fim

Saudade...

O DIP e o Brasil!

A todos os que tiverem problemas de consciência com as namoradas, eu estou aqui para resolver o vosso problema!
Ora bem, o aluno A, tem a namorada B, e vai para o Brasil sem ela. Lá, conhece C, que logo o convida para uma noite escaldante! A fica com problemas de consciência se for para a cama com C, dado que namora com B.
Dados relevantes para a hipótese:
1. O Brasil não reconhece namoros de estrangeiros e só considera traição, quando o mesmo sujeito tem mais que 3 mulheres.
2. Portugal considera traição, a típica situação descrita supra.
3. No Brasil faz-se a dupla devolução e a devolução simples, dependendo do caso.
4. Para este tipo de situações, a lei brasileira considera-se competente.
5. O gajo que está a fazer este caso prático não percebe nada de DIP e precisa de explicações urgentemente, mas está a escrever isto só para não deixar as pessoas com problemas de consciência.

Pergunta: qual o Direito aplicável numa situação destas?
Resposta: A Norma de Conflitos em questão, será o artigo 46º do Código Civil, dado que o que está aqui em causa é uma questão de posse, propriedade e demais direitos reais (que inclui direitos reais de gozo), sobre a coisa. Como não se regula a situação relativamente a mulheres, a estamos perante uma lacuna do nosso regime jurídico, e sendo assim, a norma que mais se assemelha ao regime de direitos de gozo sobre as mulheres, é a do 46º/1, logo esta situação é resolvida pela lei do Estado em cujo território as coisas se encontrem situadas. O chamado lex re sitae. Logo, se a brasileira se encontra situada no Brasil, será esta a lei competente para determinar se no caso de A praticar relações sexuais com C, estaremos perante uma traição ou não. A lei brasileira considera-se competente. O Brasil diz que neste caso, nem sequer considera as relações de namoro de estrangeiras como existentes, quanto mais nesta situação, em que ele não excedia o número de 3 mulheres.
Conclusão: podem ficar descansados e ir para o Brasil fazer sexo à vontade, porque os vossos namoros não são reconhecidos nesse Estado.

Countdown to Brasil: 10 dias!

sexta-feira, março 24, 2006

Parabenização e Lamento

Como muitos souberam, a Tertúlia organizou hoje um género de conversa aberta com 2 penalistas de craveira internacional. Não, não era o Roxin! Mas têm nome, e a iniciativa pareceu-me muito boa. Há que dar os parabéns à Tertulia por organizar um evento diferente do que estamos habituados e com um nível de interesse bastante alto. O lamento decorre de, por factos alheios aos mesmos e a qualquer pessoa ou órgão da FDL, os 2 convidados terem sido "forçados" por 3ºs, ligados ao Estado e a outros quantos invejosos, a não comparecerem no evento. Tendo havido este impedimento, remediaram como puderam os convidados. Tive pena de não ter tido tempo para assistir, porque realmente a iniciativa pareceu-me bastante interessante.
Não sou grande admirador da Tertúlia, mas também não lhes tenho qualquer tipo de "ódio". Por isso, há que dar o mérito devido a quem o merece, e neste caso, merecem-no.

Frase da Semana...

Pessoal: "Epá... a Dr.ª Florbela faz hoje anos, podiamos cantar-lhe os parabéns"
Domy: "Olha, eu podia dar o bolo!"


P.S.: O Domy não nos disse quantas velas queria que metessemos no bolo dele; e resta saber, se a esta hora, o bolo já foi todo comido.

quinta-feira, março 23, 2006

Uma das Rainhas

Queria dedicar aqui um espaço a algumas das "Rainhas" da Faculdade. A 1ª delas é a Dr.ª Fabrícia Almeida. Quanto à forma de ensinar não me posso pronunciar, porque nunca tive qualquer contacto com ela a nível académico, mas em charme e presença, realmente estamos aqui perante uma Rainha!
Gostaria de dedicar aqui o espaço a pelo menos mais duas: à Rainha do Direito Comunitário e à do Direito do Ambiente. Quem tiver fotos das respectivas, ou algo que as possa representar, agradeço o envio das fotos.

segunda-feira, março 20, 2006

O melhor Rock in Rio de sempre (será?)



Pois é meus amigos, eu até ia desmaiando de felicidade que soube da notícia: os grandes plagiadores portugueses, de nome D´ZRT, vão estar no Rock in rio! Agora é que eu vou de certeza (ou não...) :P

O Quadrado - II

Sem falta, 6ª feira, dia 24 de Março de 2006, sairá o meu texto "O Quadrado II - Jihad FDLiana". Após mais de 3 meses de espera, e de várias promessas de reuniões, e outros afins, toda a paciência tem limites. Tudo bem que quem espera sempre alcança, mas 3 meses é um abuso. Prometeram-me ao longo de 3 meses reuniões e mais reuniões, e deixaram que se falasse tudo e mais alguma coisa de mim, tendo sido eu uma das pessoas que muito fez pela FDL, pela AAFDL e pela Lista R. É por isso, que como tudo na vida tem limites, a minha paciência esgotou-se. Não terá o efeito útil desejado, porque pretenderia dizer tudo aquilo que surgirá no texto, na cara das pessoas, olhando-as nos olhos. Assim jamais me acusariam de falta de transparência. Sempre fui directo, frontal e disse o que tinha a dizer na cara de toda a gente. Nunca precisei de reuniões quase mistério, ou "complots" para fazer passar uma má imagem de terceiros. Logo, com isto ficará a minha consciência tranquila. Procurei por dezenas de vezes as convocatórias para as reuniões devidas, e fiz tudo ao meu alcance para que as pessoas tivessem tomates para ouvir e encaixar. Nunca tiveram, nem demonstraram interesse nisso. Por isso, depois de colocar o texto, não darei sequer o mínimo de espaço para que me respondam. As vantagens dos "directos" (como na TV), são ver o que as pessoas dizem em tempo real, quando se deparam com acontecimentos e factos reais, que as pessoas trazem a público. Parece que um sem número de pessoas não se demonstrou com interesse, nem coragem, para assumir e encaixar as verdades.
Sendo assim, como me fartei de promessas inconsequentes e de desculpas esfarrapadas (como não haver um dossier com as fichas das pessoas... solução mais que ultrapassável, porque somos vários os que têm os contactos todos e poderia renovar-se as fichas de Lista), 6ª feira lanço o texto, dê por onde der. O site no qual o colocarei será publicitado no dia, dado que não utilizarei o Bar Velho Online para expor.
Para concluir, dado que me fartei de esperar e cansei de ser enrolado, 6ª feira ele estará cá fora. E, acreditem, isto não é uma promessa: é uma certeza!

Crónica de uma morte anunciada

Quero desde já dar os meus Parabéns à Tertúlia Libertas pela magnífica exposição que desde 4ª feira está presente no atrio da Faculdade de Direito de Lisboa. Numa altura em que as simpatias pela TL andavam na rua da amargura, esta pode ser um grito do Ipiranga, poderá ser o "renascimento" de uma Tertúlia declarada morta antes do tempo.
A exposição tem como principal atractivo pôr os alunos e todo o corpo docente a falar de Bolonha. É certo que a AAFDL (e mesmo a FNED) tem vindo ao longo do tempo a promover conferências e debates sobre Bolonha, com o objectivo de divulgar e elucidar a Academia, no entanto sem os resultados pretendidos.
Esta exposição, embora não seja no modus operandi que a AAFDL utiliza, parece estar a surtir efeitos. Será de ponderar uma modificação de actuação por parte da AAFDL? Não creio que seja necessário... Para mim, acho que cada instituição da minha Faculdade tem a sua área e o seu método de actuação, e eu como dirigente associativo defendo a ideia de "Agir em vez de Reagir" (André Pardal in ENDA ISCTE). Por isso foi criada uma comissão para Bolonha composta pelos alunos mais capacitados da faculdade, com base em critérios que a AAFDL reserva só para si. A comissão não é composta por alunos do Pedagógico e/ou do Directivo, é também composta por alunos que foram eleitos para esses órgãos, não sendo o cargo que ocupam um factor de ponderação. Se considerasse que havia pessoas mais capacitadas e disponíveis fora dos órgãos, essas pessoas estaríam com certeza presentes na comissão (esta opinião não vincula a AAFDL, vincula-me a mim próprio enquanto membro da mesma).
Tenho uma opinião critica sobre a Faculdade, sobre a Tertúlia e sobre a AAFDL, no entanto quando existe algo de bom, gosto de ser o primeiro a dar os parabéns, e não gosto de manter os canhões apontados mesmo quando não tenho razão, só porque tenho uma posição crítica.