quarta-feira, março 11, 2009
Equipas portuguesas na Europa: Porto ou morte...
Sou benfiquista. Sempre fui e sempre serei. Que nunca se duvide disso! Depois de praticamente finda mais uma jornada europeia, há que reconhecer, mais uma vez, que as equipas portuguesas são demasiado tenrinhas para competir de igual para igual com as outras. O problema não reside numa eventual falta de qualidade e capacidade, antes em questões de índole psíquico.
Quem viu os jogos do Porto contra o Atlético de Madrid, o último dos quais terminou há instantes, vê a capacidade que uma equipa mentalizada para vencer tem para encostar os seus adversários às cordas. O jogo do Porto foi de sentido único: a baliza do Atlético. Ele foram remates à baliza, bolas ao poste, remates para fora, etc. Deu para tudo! Uma coisa todos os jogadores do Porto tinham em comum no final do jogo: já não tinham mais para dar, porque o que tinham deram durante 90 minutos. A capacidade de entrega e de sacrifício, a entre-ajuda colectiva, o "comer a relva", são tudo características destes jogadores.
É certo que o Atlético de Madrid não é nenhuma potência do futebol europeu, mas não é menos certo que joga numa das ligas mais competitivas do mundo, está nos lugares cimeiros da tabela, tem jogadores de classe mundial e ainda recentemente venceu o Barcelona e empatou com o Real Madrid. Acresce que se fosse o Benfica ou o Sporting a jogarem em casa contra esta mesma equipa, vindos de um 2-2 fora de casa, existiam 99% de probabilidades de entregarem o jogo ao adversário e jogarem no contra-ataque, o que aumentaria as probabilidades de sucesso da equipa adversária.
Esta é a diferença entre Porto e Benfica/Sporting: o Porto não brinca em serviço. Nem a feijões gosta de perder! Por muito que me custe, enquanto benfiquistíssimo que sou, qualquer um que veja um jogo do Porto sabe que é apenas uma questão de tempo até que a bola entre na baliza adversária. Muito de vez em quando a equipa lá perde, ora porque está em dia não, ora porque a bola teima em não entrar. Ainda menos frequentemente, calha a equipa adversária jogar melhor que o Porto, como aconteceu, curiosamente, com o último jogo do Benfica no Dragão.
Seja contra Arsenal, Chelsea, Manchester United, Real Madrid, Inter, etc, o Porto joga para ganhar. O Benfica joga para tentar ganhar. E o Sporting joga pelo melhor resultado possível. Por mais que se diga que é no Porto que reside a máfia do futebol, até pode ser que seja assim, mas há coisas que a máfia e a corrupção não compram: a mentalidade vencedora e lutadora com que o clube formata cada jogador que dá entrada no clube. Em Lisboa é diferente: por pior que seja um jogador do Benfica, é sempre tratado como um herói, ou como estando a passar uma fase menos boa. Existe uma tolerância incrível com os jogadores do Benfica. Repare-se em Di Maria, por exemplo. O que é que o distingue de Fábio Coentrão, além do nome e da nacionalidade? No Porto já tinha sido despachado há muito tempo, se é que não estivesse a produzir futebol suficiente para ser titular indiscutível na selecção argentina. O meu Benfica vive do passado, essa é que é essa. E diz isto quem se lembra perfeitamente do Benfica dos anos 80, início dos anos 90, onde ficar em segundo lugar, a um ponto do campeão que limpava os jogos todos dava direito a despedimento do treinador e se não se chegasse longe nas competições europeias já se sabia que na Assembleia Geral seguinte os ânimos iam ferver!
Sobre o Sporting pouco há a dizer: a eterna ideologia elitista dos tempos do já mais que moribundo Visconde de Alvalade. Uns copinhos de leite que pensam mais em brincos e penteados e passam a vida a chorar que lhes tiram o tapete. Quanto mais choram, menos ganham. Não digo que não sejam prejudicados, mas às vezes dá a sensação que andam à procura de oportunidades para atirar a responsabilidade pelos insucessos desportivos para cima de terceiros.
Quem viu os jogos do Porto contra o Atlético de Madrid, o último dos quais terminou há instantes, vê a capacidade que uma equipa mentalizada para vencer tem para encostar os seus adversários às cordas. O jogo do Porto foi de sentido único: a baliza do Atlético. Ele foram remates à baliza, bolas ao poste, remates para fora, etc. Deu para tudo! Uma coisa todos os jogadores do Porto tinham em comum no final do jogo: já não tinham mais para dar, porque o que tinham deram durante 90 minutos. A capacidade de entrega e de sacrifício, a entre-ajuda colectiva, o "comer a relva", são tudo características destes jogadores.
É certo que o Atlético de Madrid não é nenhuma potência do futebol europeu, mas não é menos certo que joga numa das ligas mais competitivas do mundo, está nos lugares cimeiros da tabela, tem jogadores de classe mundial e ainda recentemente venceu o Barcelona e empatou com o Real Madrid. Acresce que se fosse o Benfica ou o Sporting a jogarem em casa contra esta mesma equipa, vindos de um 2-2 fora de casa, existiam 99% de probabilidades de entregarem o jogo ao adversário e jogarem no contra-ataque, o que aumentaria as probabilidades de sucesso da equipa adversária.
Esta é a diferença entre Porto e Benfica/Sporting: o Porto não brinca em serviço. Nem a feijões gosta de perder! Por muito que me custe, enquanto benfiquistíssimo que sou, qualquer um que veja um jogo do Porto sabe que é apenas uma questão de tempo até que a bola entre na baliza adversária. Muito de vez em quando a equipa lá perde, ora porque está em dia não, ora porque a bola teima em não entrar. Ainda menos frequentemente, calha a equipa adversária jogar melhor que o Porto, como aconteceu, curiosamente, com o último jogo do Benfica no Dragão.
Seja contra Arsenal, Chelsea, Manchester United, Real Madrid, Inter, etc, o Porto joga para ganhar. O Benfica joga para tentar ganhar. E o Sporting joga pelo melhor resultado possível. Por mais que se diga que é no Porto que reside a máfia do futebol, até pode ser que seja assim, mas há coisas que a máfia e a corrupção não compram: a mentalidade vencedora e lutadora com que o clube formata cada jogador que dá entrada no clube. Em Lisboa é diferente: por pior que seja um jogador do Benfica, é sempre tratado como um herói, ou como estando a passar uma fase menos boa. Existe uma tolerância incrível com os jogadores do Benfica. Repare-se em Di Maria, por exemplo. O que é que o distingue de Fábio Coentrão, além do nome e da nacionalidade? No Porto já tinha sido despachado há muito tempo, se é que não estivesse a produzir futebol suficiente para ser titular indiscutível na selecção argentina. O meu Benfica vive do passado, essa é que é essa. E diz isto quem se lembra perfeitamente do Benfica dos anos 80, início dos anos 90, onde ficar em segundo lugar, a um ponto do campeão que limpava os jogos todos dava direito a despedimento do treinador e se não se chegasse longe nas competições europeias já se sabia que na Assembleia Geral seguinte os ânimos iam ferver!
Sobre o Sporting pouco há a dizer: a eterna ideologia elitista dos tempos do já mais que moribundo Visconde de Alvalade. Uns copinhos de leite que pensam mais em brincos e penteados e passam a vida a chorar que lhes tiram o tapete. Quanto mais choram, menos ganham. Não digo que não sejam prejudicados, mas às vezes dá a sensação que andam à procura de oportunidades para atirar a responsabilidade pelos insucessos desportivos para cima de terceiros.
Baú das Recordações: Celta de Vigo 7 - Benfica 0

Para os mais esquecidos, relembro este maravilhoso feito que o Benfas deixou ao país, num célebre jogo da Taça UEFA (e não Liga dos Campeões), contra uma equipa que nos dias de hoje está na II Liga espanhola (ao contrário do Bayern de Munique).
Ah! É verdade! Este ano também perderam 5-0 com uns gregos para a também Taça UEFA.
Era só para recordar...
terça-feira, março 10, 2009
Bayern 7-1 Sporting
Sporting sempre a fazer história na Europa! Depois dos 5-3 de Real Madrid e Barcelona e dos 5-0 da primeira mão, agora decidiram fazer um brilharete e deixar a sua marca na UEFA como equipa que mais golos sofreu no cômputo das duas mãos de uma Liga dos Campeões!Já que não honram as próprias cores, podem esforçar-se por não envergonhar a imagem do futebol nacional? Até o Belenenses, numa das suas épocas mais modestas de sempre, fez melhor do que o vice-campeão português, mantendo em sentido este mesmo Bayern, e com menos um ano em cima!
domingo, março 08, 2009
A Guerra dos Sexos perdura...
Elisa Ferreira, candidata à Câmara do Porto, anunciou que pretende integrar na sua lista o mesmo número de homens e mulheres. Em pleno Dia da Mulher, a ainda eurodeputada dá um mau exemplo de igualdade entre géneros, exigindo cegamente metade da lista com mulheres, "porque sim". O critério de Elisa Ferreira não se baseia no mérito, mas no número. A candidata parou no tempo e em pleno século XXI acha que é com números que se disfarça a falta de qualidade e se contribui para a afirmação da mulher na política. Não deveriam o mérito e a competência ser os critérios a utilizar na composição de uma lista que concorre a um cargo político? Escolher alguém com base no género, e atribuir-lhe privilégios sem qualquer motivo aparente, é uma forma de discriminação tão grave quanto não escolher ninguém com base nesse mesmo critério. Esperava-se mais de uma eurodeputada, a quem a presença no exterior deveria ajudar a alargar horizontes e não a estreitá-los.
O atletismo nacional ressuscitou...
Rui Silva vence nos 1500 metros e Sara Moreira é medalha de prata nos 3000. Depois da miserável prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Pequim, os resultados de Rui Silva e Sara Moreira voltam a recordar ao país que afinal o atletismo ainda está vivo e recomenda-se. Para os mais incautos, é bom ter em atenção que esta é a modalidade que mais títulos dá ao desporto português, começando a ser acompanhada pelo judo, motivo pelo qual se lança a seguinte pergunta: porquê tanto investimento no futebol sénior, o único escalão que nunca conquistou nada em décadas de história?
Tratar igual o que é diferente...
"Tozé Brito: "Roubar uma música é igual a roubar um carro"" - in Blitz
"Um jovem residente na Nazaré – suspeito de envolvimento numa centena de furtos de carros – foi ontem condenado pelo Tribunal de Santarém a um ano e três meses de prisão, com pena suspensa por igual período" - in Correio da Manhã
""Bernardo Macambira preso por pirataria. Relações públicas foi condenado a quatro meses de prisão efectiva depois de uma cópia de um CD ter sido apreendida na sua discoteca, em 2006" - in IOL
"'Upload' de 146 músicas resultou numa pena de 90 dias de prisão. O primeiro português a ser condenado à prisão por disponibilizar músicas na internet é apenas um dos 28 casos que a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) denunciou e até é um dos que fez menos uploads" - in Sol
Parece-me existir uma certa desproporcionalidade nas penas. O valor comercial de um carro é diferente do valor comercial de uma faixa de música ou de um CD, já para nem sequer referir que se alguém fizer o download de uma música, não restringe o seu acesso ao seu autor ou a terceiros, ao contrário do roubo de um automóvel, em que o proprietário perde a posse e o domínio da coisa.
Acresce ainda que quando compramos um carro, não só experimentamos o mesmo, como todas as peças compõem o carro em si. Ninguém se interessa só pelas jantes, pelo motor, ou pelo volante. Num CD, o consumidor não só nem sempre pode experimentar as faixas por inteiro, como pode apenas desejar comprar uma ou duas, porque a verdade é que não há trabalhos perfeitos e pode não interessar comprar tudo.
Na verdade, na verdade, quando se gosta mesmo de um trabalho no seu todo, compra-se o original!
Vamos lá pôr a cabeça no lugar e pensar numa forma justa de tratar a questão. Um carro é incomparável com um disco e um roubo é diferente de um download sem autorização.
"Um jovem residente na Nazaré – suspeito de envolvimento numa centena de furtos de carros – foi ontem condenado pelo Tribunal de Santarém a um ano e três meses de prisão, com pena suspensa por igual período" - in Correio da Manhã
""Bernardo Macambira preso por pirataria. Relações públicas foi condenado a quatro meses de prisão efectiva depois de uma cópia de um CD ter sido apreendida na sua discoteca, em 2006" - in IOL
"'Upload' de 146 músicas resultou numa pena de 90 dias de prisão. O primeiro português a ser condenado à prisão por disponibilizar músicas na internet é apenas um dos 28 casos que a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) denunciou e até é um dos que fez menos uploads" - in Sol
Parece-me existir uma certa desproporcionalidade nas penas. O valor comercial de um carro é diferente do valor comercial de uma faixa de música ou de um CD, já para nem sequer referir que se alguém fizer o download de uma música, não restringe o seu acesso ao seu autor ou a terceiros, ao contrário do roubo de um automóvel, em que o proprietário perde a posse e o domínio da coisa.
Acresce ainda que quando compramos um carro, não só experimentamos o mesmo, como todas as peças compõem o carro em si. Ninguém se interessa só pelas jantes, pelo motor, ou pelo volante. Num CD, o consumidor não só nem sempre pode experimentar as faixas por inteiro, como pode apenas desejar comprar uma ou duas, porque a verdade é que não há trabalhos perfeitos e pode não interessar comprar tudo.
Na verdade, na verdade, quando se gosta mesmo de um trabalho no seu todo, compra-se o original!
Vamos lá pôr a cabeça no lugar e pensar numa forma justa de tratar a questão. Um carro é incomparável com um disco e um roubo é diferente de um download sem autorização.
Novo disco de Lily Allen
Lily Allen lançou no passado mês de Fevereiro o seu novo álbum, "It's not me, it's you". A britânica de 23 anos lança o seu segundo trabalho, depois do sucesso do seu álbum de estreia, "Alright, Still", em 2006. O novo álbum destaca-se pela heterogeneidade de estilos que imprime nas 12 faixas que o compõem: Pop-Rock, Electropop, Ska e R&B.O disco à primeira vista pode parecer meio "girlie", sobretudo para quem der mais atenção às letras do que às músicas. Para quem, como eu, for, regra geral, de ligar mais aos instrumentos, às vozes e às melodias, o disco de Allen vai revelar-se uma agradável surpresa.
Espero que o bom trabalho de Allen continue e já agora fica a sugestão: Rock Alternativo e pela Bossa Nova estão completamente fora de questão? Esta voz pode ter algum sucesso nestes estilos.
sábado, março 07, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
Não é novidade para ninguém, mas...
... estes dois actuam em Portugal, a 10 de Julho, no Optimus Alive!09. The Ting Tings são uma boa banda de música alternativa cujo estilos andam em torno do New Rave e do Dance-Punk. Lançaram em 2008 o seu álbum de estreia, "We Started Nothing", o qual confesso que me surpreendeu bastante. Boa sonoridade, boa voz e, espero, boas actuações também. Quem vai perder?quinta-feira, março 05, 2009
Uma opinião que vale o que vale...
"Um jovem residente na Nazaré – suspeito de envolvimento numa centena de furtos de carros – foi ontem condenado pelo Tribunal de Santarém a um ano e três meses de prisão, com pena suspensa por igual período"
Eu diria que quando este tipo de situações acontece (e não me refiro à centena de furtos de carros), algo de errado se passa na sociedade. Mas se dizem que está tudo bem, então devo ser eu que ando a dar uma de radical e conservador...
Eu diria que quando este tipo de situações acontece (e não me refiro à centena de furtos de carros), algo de errado se passa na sociedade. Mas se dizem que está tudo bem, então devo ser eu que ando a dar uma de radical e conservador...
Prémio "Agarrem-me, senão vou-me a ele": profanadores do cadáver de Nino Vieira
"Nino espancado depois de morto"
Depois de morto, também eu!quarta-feira, março 04, 2009
Vem aí o terror...
Vem aí o dia 8 de Março, Dia Internacional da Desigualdade. Mais um dia que não deve ser celebrado por um simples motivo: enquanto continuarem a celebrá-lo, mais provas dão aos atrasados mentais que insistem em tratar homens e mulheres de forma diferente. A ver se metem uma coisa na cabeça: esqueçam o passado, perdoem os séculos em que as mulheres foram oprimidas, e caminhem em frente, porque somos todos, homens e mulheres, seres humanos e iguais uns para com os outros. Eu sei que é difícil esquecerem-se desses séculos (milénios) de tratamento desigual, mas enquanto recordarmos os erros do passado não conseguimos olhar para o presente, nem para o futuro.
Vou ignorar o dia 8 de Março porque acho-o completamente estúpido e a sua celebração só contribui para as desigualdades que ainda existem entre homens e mulheres. Lembrem-se que somos seres humanos, todos iguais. Desapeguem-se do passado e de mentalidades obtusas.
Vou ignorar o dia 8 de Março porque acho-o completamente estúpido e a sua celebração só contribui para as desigualdades que ainda existem entre homens e mulheres. Lembrem-se que somos seres humanos, todos iguais. Desapeguem-se do passado e de mentalidades obtusas.
segunda-feira, março 02, 2009
Mesa: alguém promova esta banda, por favor!
Os Mesa são, na minha opinião, uma das melhores bandas nacionais da actualidade. Conheço de forma aprofundada o trabalho desta banda e custa-me ver que a qualidade que imprimem no mesmo não é correspondida pelo público, nem pela indústria.A banda de João Pedro Coimbra e Mónica Ferraz anda muito próxima daquilo que eram os Clã no seu terceiro trabalho: muito boas músicas, mas falta o tal "click" para darem o salto. Quem os conhece como eu sabe que têm "what it takes", mas alguém anda a deixar que a banda ande por aí à deriva.
Provavelmente todos conhecem os Mesa, mas será que todos conhecem o seu último trabalho, "Para todo o mal"? Foi lançado há quase um ano e não tem tido a divulgação que merece. Faltam espectáculos, falta público ouvinte, falta qualquer coisa que ainda não consegui compreender o que é.
Oiçam e consumam Mesa. O génio de João Pedro Coimbra na composição e criação das músicas, a voz de Mónica Ferraz e a forma hábil como tiram o máximo proveito dos instrumentos, fazem desta uma das melhores bandas nacionais seguramente. Divulguem e promovam os Mesa!
domingo, março 01, 2009
O Congresso do Partido Socialista
Pois é. Parece que se realizou mais um congresso do PS. O que é que eu tenho a dizer sobre tudo o que aconteceu? Nada. Rigorosamente nada. Não gosto de Congressos, Comícios, nem nada que se assemelhe a tal. Sejam do PS, do PSD, do CDS, do BE ou do PCP. Seja do que for. Detesto este tipo de programas políticos. Aliás, vou mais longe e assumo que tenho aversão a este tipo de coisas. Não me atrai, não me identifico com isto, nada. Zero. Para ser muito sincero, ainda que não tenha nada para fazer, prefiro passar algumas horas na minha cama a dormir do que perder tempo com Congressos e congressistas.
A propósito, quanto é que ficou o Porto-Sporting?
A propósito, quanto é que ficou o Porto-Sporting?
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