quinta-feira, março 05, 2009

Uma opinião que vale o que vale...

"Um jovem residente na Nazaré – suspeito de envolvimento numa centena de furtos de carros – foi ontem condenado pelo Tribunal de Santarém a um ano e três meses de prisão, com pena suspensa por igual período"

Eu diria que quando este tipo de situações acontece (e não me refiro à centena de furtos de carros), algo de errado se passa na sociedade. Mas se dizem que está tudo bem, então devo ser eu que ando a dar uma de radical e conservador...

Prémio "Agarrem-me, senão vou-me a ele": profanadores do cadáver de Nino Vieira

"Nino espancado depois de morto"

Depois de morto, também eu!

Dúvidas geográficas...

Acho que ambos se referiam ao Luxemburgo, essa colónia portuguesa do século XXI.

quarta-feira, março 04, 2009

Vem aí o terror...

Vem aí o dia 8 de Março, Dia Internacional da Desigualdade. Mais um dia que não deve ser celebrado por um simples motivo: enquanto continuarem a celebrá-lo, mais provas dão aos atrasados mentais que insistem em tratar homens e mulheres de forma diferente. A ver se metem uma coisa na cabeça: esqueçam o passado, perdoem os séculos em que as mulheres foram oprimidas, e caminhem em frente, porque somos todos, homens e mulheres, seres humanos e iguais uns para com os outros. Eu sei que é difícil esquecerem-se desses séculos (milénios) de tratamento desigual, mas enquanto recordarmos os erros do passado não conseguimos olhar para o presente, nem para o futuro.
Vou ignorar o dia 8 de Março porque acho-o completamente estúpido e a sua celebração só contribui para as desigualdades que ainda existem entre homens e mulheres. Lembrem-se que somos seres humanos, todos iguais. Desapeguem-se do passado e de mentalidades obtusas.

segunda-feira, março 02, 2009

Mesa: alguém promova esta banda, por favor!

Os Mesa são, na minha opinião, uma das melhores bandas nacionais da actualidade. Conheço de forma aprofundada o trabalho desta banda e custa-me ver que a qualidade que imprimem no mesmo não é correspondida pelo público, nem pela indústria.
A banda de João Pedro Coimbra e Mónica Ferraz anda muito próxima daquilo que eram os Clã no seu terceiro trabalho: muito boas músicas, mas falta o tal "click" para darem o salto. Quem os conhece como eu sabe que têm "what it takes", mas alguém anda a deixar que a banda ande por aí à deriva.
Provavelmente todos conhecem os Mesa, mas será que todos conhecem o seu último trabalho, "Para todo o mal"? Foi lançado há quase um ano e não tem tido a divulgação que merece. Faltam espectáculos, falta público ouvinte, falta qualquer coisa que ainda não consegui compreender o que é.
Oiçam e consumam Mesa. O génio de João Pedro Coimbra na composição e criação das músicas, a voz de Mónica Ferraz e a forma hábil como tiram o máximo proveito dos instrumentos, fazem desta uma das melhores bandas nacionais seguramente. Divulguem e promovam os Mesa!

Morreu "Nino" Vieira...

Será que 2009 também será o ano da morte (política) do "Nino" Guerreiro?

domingo, março 01, 2009

O Congresso do Partido Socialista

Pois é. Parece que se realizou mais um congresso do PS. O que é que eu tenho a dizer sobre tudo o que aconteceu? Nada. Rigorosamente nada. Não gosto de Congressos, Comícios, nem nada que se assemelhe a tal. Sejam do PS, do PSD, do CDS, do BE ou do PCP. Seja do que for. Detesto este tipo de programas políticos. Aliás, vou mais longe e assumo que tenho aversão a este tipo de coisas. Não me atrai, não me identifico com isto, nada. Zero. Para ser muito sincero, ainda que não tenha nada para fazer, prefiro passar algumas horas na minha cama a dormir do que perder tempo com Congressos e congressistas.
A propósito, quanto é que ficou o Porto-Sporting?

Pacheco Pereira...

Não gosto de Pacheco Pereira. Assumo-o como sempre assumi. É um homem inteligente mas nunca gostei de "pensadores" que se acham envoltos numa aura especial que os coloca um palmo acima da sociedade mortal, achando-se no direito de dar palpites sobre tudo, nunca apontando soluções e dançando sempre conforme a música. Pacheco Pereira é um deles. A verdade é que vejo-o a escrever, mas nunca lhe conheci obras.
Outro mal em "fazedores de opinião" como Pacheco Pereira, e que contribui ainda mais para que não me identifique com este género de pessoas, é a sua falta de capacidade para aceitar o diferente. Tenho mesmo graves problemas em lidar com gente que não se permite aceitar opiniões diferentes de terceiros, acatando apenas a sua. O blogue de Pacheco Pereira é exemplo disso. Visitei o seu espaço de opinião há muito tempo e logo concluí que era impossível fazer comentários aos textos do seu autor. Pacheco Pereira não permite que quem o leia, e muita gente gosta de o ler, expresse a sua opinião sobre os artigos que acaba de ler. Não é o único que padece deste mal, mas a verdade é que me incomoda que alguém se ache tão sábio e tão iluminado ao ponto de recusar ouvir opiniões de terceiros. A isto chama-se falta de humildade intelectual.
Como é natural, a minha passagem pelo seu espaço foi fugaz. Não leio os seus artigos no Público, mas ontem, ao entrar no site do jornal, vejo uma frase brilhante de Pacheco Pereira à qual o diário destacou na sua edição online: "A falta de proporção e relevância, típica da agenda dos blogues, transferiu-se para a comunicação social". Será que o autor já reflectiu bem sobre estas palavras e identifica-se com elas, ou as mesmas não passam de uma exortação do magnânime iluminado José Pacheco Pereira para a "sociedade dos mortais" cujo trono se encontra um palmo abaixo do seu?

U2: Yes, they can (save the music)?

Para começar, aviso que não sou fã de U2. Não sou capaz de dar 60 euros por um bilhete para um dos seus concertos, da mesma forma como não sou capaz de os dar para os AC/DC que são uma banda que gosto bastante. De todos os cd's que correm no autorádio do meu carro, nenhum tem uma música que seja dos U2. Não é que não goste deles, simplesmente não me entusiasmam. Têm algumas músicas que se ouvem e pouco mais. Esquisito? Estranho? Talvez seja isso tudo, mas U2 não me enchem as medidas. Longe disso.
Tive oportunidade de ouvir "No Line On The Horizon", o novo álbum da banda irlandesa. Para começar, a capa é a cópia fiel de outra pertencente a um álbum de Taylor Deupree, de 2006. A fotografia tirada pelo japonês Hiroshi Sugimoto não me parece tão única assim que tenha que ser repetida pelos U2.
Sobre as músicas, para não variar, estas não me encantam. Sim, mantêm a mesma linhagem dos U2 de há 20 anos e, sim, há sempre uma ou outra que se destaca. No entanto, este disco parece ser mais daquilo a que a banda já nos habituou. Os ritmos, a colocação de voz, as letras. Os U2 não se superaram, não arriscaram, antes mantiveram tudo igual. Não tem nada de inédito. Não há surpresa. O que menos gosto nos U2 é a falta de evolução. Ouvimos um álbum e escusamos de ouvir os outros todos, porque são todos iguais, mais variação, menos variação. Os U2 não se transcendem.
Numa altura em que se comenta que este álbum dos U2 vai salvar a indústria musical, pelas cópias que vai vender, acredito que assim seja, mais não seja porque os consumidores de U2 compram o que quer que seja e acham sempre que aquilo que compram é a melhor compra de todos os tempos, porque... são os U2. Podem ter produzido o maior atentado à música de sempre, mas são os U2 e os fãs gostam sempre. Isto, para mim, não é ser fã, é ser obcecado com uma banda. Na minha modesta opinião, ser fã, é gostar da banda e continuar a gostar dela ainda que cometa um tremendo atentado contra a música, mas mantendo o espírito crítico para a ajudar a melhorar. Vejam o caso recente de Neil Young. E mais não digo. Não sejam um bando de carneiros que segue cegamente o que o seu pastor (U2) lhes diz. Afinal de contas, "No Line On The Horizon" é só mais um álbum de U2.

sábado, fevereiro 28, 2009

Mais um cartel, num país onde estes começam a ser prática reiterada...

"TMN, Vodafone e Optimus aumentam tarifas em 2,5 por cento em Março"

As empresas de telecomunicações móveis insistem em pautar a sua presença no mercado através de práticas concertadas. Acresce que cada vez há menos vergonha na cara para o verdadeiro cartel em que se estão a tornar estas três sociedades. Ainda recentemente tivemos uma polémica sobre o lançamento dos seus produtos wireless, onde as três lançaram ao mesmo tempo três produtos rigorosamente iguais. Na altura desmentiram o recurso à prática concertada, que é ilegal. Perante o teor desta notícia, será que vão continuar a desmentir? Onde está a autoridade para a concorrência? Onde está o poder político? Onde está o consumidor que cruza os braços, encolhe os ombros e deixa andar como se nada fosse?

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Rosa cor-de-rosa

"Alegre ainda não sabe se vai ao congresso"

Fonte: Correio da Manhã

Manuel Alegre continua a fazer furor, não pelo seu activismo político, mas pelo protagonismo cor-de-rosa que adquiriu desde as Presidenciais de 2006. "Manuel Alegre ainda não sabe se vai ao congresso", "Alegre ainda não escolheu a gravata que vai usar quando for votar", "Manuel Alegre vai ao congresso com um fato Chanel", "Alegre assume relacionamento com Diana Chaves", "Manuel Alegre no encerramento do Sasha", "Alegre com a sua amiga Maya na festa do Buddha". Manuel Alegre virou socialite, apenas isso. De político tem muito pouco, mas de celebridade tem demasiado para dar e vender. O perigo no meio deste processo, é que todo este protagonismo barato atribuem-lhe importância suficiente capaz de caçar votos aos populistas, que ainda representam boa parte do eleitorado.

Há males que vêm por bem

"Portugal corre o risco de perder um lugar na Taça UEFA em 2010/2011, um cenário que apenas parece possível de evitar com grandes campanhas de FC Porto e Sporting Braga na época em curso das provas europeias."

Fonte: Público

Infelizmente, não posso lamentar esta notícia. A presente época é a última em que Portugal vai contar com 7 (!!!) equipas nas competições europeias, um cenário um pouco desadequado para um país que tem um campeonato muito mediano como o nosso, e com apenas 16 equipas. Ou seja, de acordo com os actuais critérios, a primeira metade da tabela dá direito a participar de igual para igual com equipas que jogam em campeonatos mais competitivos e com 18 ou 20 equipas, onde andam todas praticamente ao mesmo nível. Não me parece justo.
Não me parece igualmente justo que tenhamos equipas nacionais a produzir fraco futebol no exterior. Casos como Paços de Ferreira, Belenenses (belos tempos em que era uma verdadeira equipa de Europa), Marítimo, Nacional, União de Leiria, Vitória de Setúbal e companhia, sinceramente, não vão à Europa fazer nada, senão envergonhar o futebol português. Por mais que digam que é a experiência internacional, e a contínua participação nas competições europeias, que permitem a conquista de resultados positivos no futuro, a verdade é que isso deveria ser um factor motivador para que estas equipas não tivessem nada a perder, esforçando-se por marcar golos e ganhar jogos. Tal não acontece. Excluíndo Porto, Benfica, Sporting e Braga, todas as outras equipas nacionais que vão à Europa mais não fazem do que jogar "à retranca". A sua ambição passa por "encher a casa" e sofrer o menor número de golos possível. Ora, quem é que consegue acumular "experiência" a fazer dois jogos internacionais de dez em dez anos e a jogar à defesa os 180 minutos que duram a eliminatória? Ninguém.
Assim sendo, perder alguns lugares não faz mal nenhum ao futebol português, antes pelo contrário, devia ser motivo de reflexão pelos responsáveis máximos do futebol português. Na verdade, termos apenas duas equipas na Liga dos Campeões e duas, no limite três, na Taça UEFA, parece ser o mais justo, embora tenha sérias dúvidas quanto à participação do Sporting na Liga Milionária. Se Benfica e Porto têm bons resultados nesta competição, o Sporting faz a figura de "Paços de Ferreira da Liga dos Campeões". Todos os anos o discurso é o mesmo: "sejamos realistas, vamos tentar chegar o mais longe possível". Não, não podem ser realistas, têm que sonhar e isto é o que os adeptos vos exigem! Ora, uma equipa grande, mesmo em Portugal, assume desde logo a sua candidatura aos oitavos-de-final. Se o Sporting não o faz é porque continua a ser uma equipa demasiado pequena cuja única ambição é facturar uns milhões de euros para amparar a sua semi-humilde folha de salários. Isto não é ambição. Os 0-5 contra o Bayern Munique foram merecidos. O meu patriotismo obriga-me a torcer sempre pelas equipas portuguesas no estrangeiro, até pelo Porto, como se fossem o Benfica a jogar, mas jogar a medo, em casa, contra uma equipa que este ano nem está a ser aquela máquina devoradora de adversários que já foi noutros anos, é por si só embaraçoso. Com esta ambição, o Sporting continua a demonstrar que é demasiado pequeno para uma Champions. Dêem espaço ao Benfica. Pode nem se qualificar para a fase seguinte, o que acontece aos melhores, mas pelo menos assume a sua candidatura e esforça-se por lá chegar.

P.S.: Aos sportinguistas que se sintam tentados a falar na época vergonhosa do Benfica na Taça UEFA, as épocas atípicas acontecem aos melhores, e a alguns até por diversas vezes. Ao Porto já aconteceu algumas vezes, ao Benfica idém, e o Sporting, pasmem-se, já teve uma época tão atípica para a sua realidade que até já conquistou uma Taça das Taças. E esta, hein?

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Ate quando?

A pintura de Gustave Courbet

"PSP de Braga justifica apreensão de livros com “perigo de alteração da ordem pública”"

Até quando vamos continuar com a hipocrisia? Até quando vamos fingir-nos cegos? Até quando durará o politicamente correcto? A nossa sociedade continua a não entender que quanto mais banalizarmos as coisas, mais despercebidas elas passam. Dos atrasados mentais nunca nos livraremos. Seja qual for a situação, vai sempre haver um imaturo por perto. Temos que aprender a conviver com isso. Ou não?

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Dois tiros certeiros e meio pelo benefício da dúvida...

Não vi o filme de Kate Winslet, mas vi os de Sean Penn e Penelope Cruz. Fazer de Harvey Milk não é fácil, nem sequer para o malogrado activista. Na minha opinião, Penn encarnou o personagem e não se mostrou coibido em desempenhar o papelão que desempenhou no filme. Não vi o "Wrestler", mas o Sean "Harvey Milk" Penn merece o prémio que recebeu. Excelente filme, excelente actor, excelente papel.
Penelope Cruz dá pena. Para actriz secundária tinha mais atenções à sua volta do que Scarlett Johanson, por exemplo. O oscar de Penelope Cruz é também merecido. Já prestaram atenção à personagem que ela desempenha em "Vicky Cristina Barcelona"? Laureada com toda a justiça!
Já o "Slumdog Millionaire", do que vi do trailer parece-me um filme banal e mesmo não o tendo visto, tendo sempre a desconfiar de filmes que recebem mais de 5 óscares. Raros são os que os merecem e creio que toda a polémica em torno do filme contribuíram para a atribuição de mais alguns prémios.

Tonight: must hear it!

"Tonight": fustiguem-se implacavelmente se não ouvirem o novo disco dos Franz Ferdinand!

sábado, fevereiro 21, 2009

A segunda melhor opção...

"José Sócrates convidou Hugo Chávez para o Congresso do PS"

Hugo Chávez é um convidado de peso, embora o Tony Carreira fizesse mais furor...

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Citadinos?

Sinceramente, acho a expressão "citadinos" quando aplicada a certos automóveis, muito descontextualizada. Pensemos no Smart e noutros modelos semelhantes. O Smart até pode ser um carro citadino, mas de certeza que não é um carro para a cidade de Lisboa. Não me refiro aos peões, nem ao trânsito local, mas sim ao pavimento. Andar em Lisboa é uma verdadeira aventura digna de um todo-o-terreno. Quando dou por mim a entrar em Lisboa, entro num mundo completamente novo, ficando com a sensação que entrei numa autêntica selva urbana. São verdadeiras gincanas aquelas que temos que fazer para fugirmos aos penhascos que se nos deparam nas estradas alfacinhas quando menos esperamos. Entramos em contra-mão, na faixa do lado, nos estacionamentos, nos passeios. Vale tudo, mas não podemos atolar os nossos carros naqueles buracos que competem de igual para igual com os campos de cabras que temos em território nacional.
Insisto, os verdadeiros citadinos são os Pajero, os Rav4, Discovery, etc. Os Smarts, os Corsas, os Minis e companhia foram feitos para o tapete da auto-estrada*, sob pena de se desfazerem nas armadilhas com que a cidade de Lisboa (e outras, pois não me esqueço do caos de Almada) nos privilegia. Mau mau nem é despenharmos a nossa amostra de bólide, porque a Câmara de Lisboa supostamente é responsável pelos prejuízos causados. O verdadeiro problema é a dor de cabeça que tudo aquilo traz para o condutor, o tempo interminável para sermos ressarcidos pelos danos, o tempo que ficamos sem carro que entretanto vai para arranjar, o tempo que o município demora a assumir as culpas sem nos obrigar a ir para tribunal (o mais importante de todos), etc. Não fosse por isso e garanto que o meu carro era sério candidato a cirurgia completa a cargo da CML.

* - Imaginem o quão grave é conduzir em Lisboa para me obrigar a comparar as nossas auto-estradas com tapetes.

Impunidade em Portugal? Qual quê!

"O Banco de Portugal decidiu suspender seis administradores do Banco Privado Português (BPP) até 2011 devido a “irregularidades graves” praticadas no banco antes de 2 de Dezembro de 2008, data que coincide com a nomeação de quatro administradores provisórios para o BPP."

Fonte: Público

Uuuuuuuh! Os tipos foram suspensos! E até 2011! Afinal há justiça em Portugal...

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Não basta ser a parte mais fraca, como ainda luta com armas mais fracas...

"As taxas de juro que servem de indexante ao crédito à habitação continuam em queda, com a Euribor a três meses a atingir hoje novo mínimo histórico, nos 1,927 por cento"

Fonte: Público

Ainda não é o desejado, mas aos poucos chega lá. Quando acabarem com esta verdadeira usura que são as taxas Euribor e passarem a taxar proporcionalmente as aplicações dos clientes com as mesmas taxas que estes pagam sempre que recorrem a créditos, então, sim, atingiremos o ponto de equilíbrio.

TV WC (parte 265102)

"Os telespectadores da RTP consideram que a estação pública tem falta de "pluralismo clubístico" dando demasiado destaque aos "três grandes" do futebol (Benfica, Sporting e FC Porto), refere o relatório de 2008 do Provedor do Telespectador."

Fonte: Público

Falta de pluralismo clubístico? Dá demasiado destaque aos três grandes? Se começam a pegar em pluralismo clubístico, vamos ter oito jogos por semana para estarem representados os interesses de todos. Assim ao menos ainda dão só um por semana o que, convenhamos, já é fardo suficiente para quem gosta de futebol. Os jogos da Liga portuguesa não são jogos de futebol, são novelas: temos a venezuelana (Benfica), a portuguesa (Sporting) e a brasileira (Porto). Cada jogo dá um novo episódio. Se começarmos a dar jogos das minorias então vai ser bonito...
Não se metam com o futebol, pensem antes em dar um fim à carreira noveleira que a estação pública insiste ter. Aquelas tardes da RTP conseguem ser mais dolorosas que uma colonoscopia.
E se a isto ainda juntarmos aqueles talk-shows matinais, quais clisteres, então temos o forrobodó instalado!