sexta-feira, agosto 25, 2006

Bebés espanhóis

Estão a nascer cada vez mais bebés espanhóis, filhos de pais portugueses, em Badajoz. São os novos Manolo, Pablo, Juan, Xavi, etc mas que nascem com nome português. Este ano já foram 53. Enquanto o Governo continua a empurrar os bebés portugueses para Espanha, continua a convidar os imigrantes a ter os seus filhos aqui. Assim é que é: menos portugueses, mais terceiro-mundistas. Mas, não são terceiro-mundistas quaisquer: só vão para as grandes cidades. Província? Interior? O Governo manda para lá os portugueses, como é o caso dos médicos. Nas grandes cidades temos checos, espanhóis e brasileiros.

6 comentários:

RICARDO PITA disse...

quem nasce em Espanha, filho de portugueses, é português segundo a lei da nacionalidade. É meramente uma questão de racionalização de custos e de propiciar melhores condições a quem nasce naquela região do país. escreve sobre isso no Jornal do Nes,lá explico porque os teus argumentos não são válidos.
Quanto aos filhos dos imigrantes, esses são necessários para inverter a pirâmide etária do nosso país. Não se trata de dar melhores condições a estrangeiros do que a nacionais

DJ disse...

nem digas o que acabaste de dizer, porque isso é um atentado à Nação Portuguesa!
Inverter a pirâmide? Sem comentários, de tão ridículo que é. Eu digo o que é que inverto a todos os que continuam a permitir esta invasão de imigrantes sem condições!

RICARDO PITA disse...

Queres ter um rebanho de filhos?penso que não.já os africanos têm essa "tradição". logo portugal um país infestado de velhos( para a generalidade das pessoas quem tem + de 65 anos, para mim quem tem mais de 30)necessita de rejuvenescer a população para assegurar por exemplo a sustentabilidade da segurança social

DJ disse...

A sustentabilidade da segurança social não se dá com a entrega a custo 0 de apartamentos, subsídios e outros afins aos imigrantes e aos seus descendentes. O pouco que eles retribuem ao Estado não dá para suportar o que o país lhes oferece e que eles ainda destróiem.
Além disto, Portugal não rejuvenesce, e os portugueses não têm mais filhos do que os habituais "0, 1 ou 2" graças, em grande parte, à chegada dos imigrantes. É com eles que a nossa mão-de-obra é muito barata e o nível de vida insustentável para poder ter filhos. Já ouvi vezes sem conta o argumento que com os empregos que se tem não há dinheiro para pagar creches, amas, e outras despesas com as crianças e muitos casais abdicam de ter mais filhos porque temos um nível de vida bastante caro para a retribuição que os portugueses recebem. Sem imigrantes, não existiriam empregos tão mal pagos, porque os portugueses rejeitariam receber ninharias em certas profissões e, como tal, o valor da remuneração teria que subir, para que alguém o aceitasse.

RICARDO PITA disse...

O Estado não dá só casas e subsidios a imigrantes, mas também a "portugueses" que são subsidio-dependentes(conheço pessoas que recebem o rendimento social de inserção sem motivo para tal).como espelho dessa situação os recentes números sobre produtividade na UE. Exemplo máximo de "coçadores de micose": funcionários públicos.
os funcionários públicos trabalham menos que os imigrantes, apesar de todas as dificuldades de integração com que se deparam!!!!

DJ disse...

É preferível atribuir subsídios aos nacionais de um determinado país, do que a estranhos. Existe um sem número de imigrantes subsídio-dependentes. Entre os imigrantes e os nacionais, optamos pelos da casa, porque são "nossos".
Esse argumento não vence porque não demonstra que os imigrantes contribuem mais do que recebem logo, recebem muito mais do que contribuem para a "sustentabilidade da segurança social" que falavas.
Não vejo, ainda, qualquer ligação entre os subsídio-dependentes e os funcionários públicos: uns recebem subsídio e não fazem parte do aparelho produtivo, sendo inactivos, os outros fazem parte desse aparelho, independentemente de fazerem muito ou pouco. O certo é que pertencem. Não entendi a analogia.
Ainda assim não podemos dizer que os funcionários públicos trabalham mais ou menos que os imigrantes, porque são categorias diferentes. Não é por acaso que da função pública saiem, constantemente, reformados por invalidez. Essa invalidez e cansaço é psíquica. Os trabalhos dos imigrantes são mais físicos. Não podemos comparar. Ainda assim, uma pessoa com umas horas de descanso depois de vir das obras, fica como nova; um funcionário que acabe o seu dia não lhe bastam umas horas para ficar como novo após a tensão e stress a que se submete em muitos sectores da função pública.